Serviço público evita exploração garante Prefeitura
O secretário de Meio Ambiente, Sérgio Tocchio, considera que situação como a que ocorreu em hospital do Rio de Janeiro não se repetiria em Curitiba. Ele conta que, desde a implantação do Serviço Funerário Municipal, na década de 80, a presença da funerária junto à família se restringe ao enterro. Há um programa de computador que impede qualquer pessoa de saber com antecipação os sepultamentos, comenta.
Tocchio explica que quando uma pessoa morre, os hospitais comunicam o fato diretamente ao serviço municipal. Neste momento, a família é encaminhada ao servidor público, que junto definirá o tipo do enterro, explica. A prefeitura estabelece 13 tipos de sepultamento, sendo que o mais caro custa R$ 1 mil.
Esses modelos são os básicos, que garantem o caixão e alguns detalhes, inclusos na tabela, diz Tocchio. Quem quiser acrescentar determinados acessórios, paga mais por isso.
A escolha da empresa fornecedora, o secretário explica que acontece por sorteio. Cada vez que uma delas é atendida, vai para o fim da lista de espera, afirma. A única forma da sequência ser quebrada é quando uma funerária foi sorteada anteriormente para atender famílias carentes. As pessoas carentes podem ficar isentas inclusive da compra do terreno no cemitério, avisa.
Todos os dias, são sepultados em Curitiba entre 30 a 50 pessoas. Desse total, três são carentes.





