Serviço precisa de mais médicos
O secretário de Saúde de Londrina, Sílvio Fernandes, garante que os entraves para a realização das cirurgias nada têm a ver com o repasse de verbas. ''Os recursos são usados para cobrir as despesas depois que as cirurgias são feitas. As dificuldades estão na interpretação das normas do Ministério da Saúde, mas são problemas superáveis'', argumenta.
Segundo a diretora-executiva da Secretaria, Margaret Shimiti, o serviço ainda não estava estruturado quando houve o credenciamento, e uma série de detalhes administrativos precisam ser resolvidos. ''São dificuldades entre o hospital e o gestor de Saúde. É normal que os primeiros pacientes da fila de um serviço recém-credenciado sofram mais'', alega.
A explicação da diretora administrativa do Evangélico, Marisa Ferracini, é de que seria necessário contratar pelo menos mais cinco médicos para cumprir esse tipo de atendimento. Atualmente, o hospital dispõe de apenas um especialista. ''Nós já abrimos o processo de contratação mas esbarramos em alguns obstáculos'', disse, sem detalhar o problema. Nenhuma das autoridades entrevistadas pela Folha definiu prazo para solucionar o problema. (V.N.)





