Serviço leva bebês com icterícia mais cedo para junto das mães
Serviço leva bebês com icterícia
mais cedo para junto das mães
Marina, de apenas 15 dias, nasceu com icterícia. Geralmente, os recém-nascidos com esta doença ficam no hospital tomando os chamados banhos de luz. Marina, porém, foi embora dois dias após o nascimento com a mãe, a cabeleireira Maria Luzinete de Andrade Aparecida, e está recebendo tratamento em casa. Marina é a primeira recém-nascida atendida pelo Programa de Internação Domiciliar da Cooperativa de Médicos Unimed, de Londrina. O programa, chamado DOM, começou a funcionar em fevereiro de 98 e vem diversificando seus serviços.
O mais recente serviço, lançado na semana passada, é o de atendimento aos recém-nascidos através da fototerapia. É frustrante e, às vezes, depressiva a separação da mãe do recém-nascido, observa o coordenador do DOM, o médico Ivan Pozzi. Instalando o equipamento na casa para fazer os banhos de luz, evitamos a separação da mãe com o bebê, acrescenta.
A cabeleireira Luzinete diz ter aprovado a novidade porque evitou que ficasse longe da filha. Junto dela, posso amamentá-la e dar carinho a toda hora, explica.
Pozzi explica que são duas as maneiras de a pessoa ser encaminhada para o DOM: através do consultório médico ou do próprio hospital. Independente disso, todos os casos são triados pelo serviço social da cooperativa, que faz o contato com a família e ajuda na escolha do cuidador. (L.O.)





