Na 9ª Subdivisão Policial de Maringá (9ª SDP), Décio Basso era mantido em cela comum com outros cinco presos porque a polícia não havia recebido nenhum comprovante de formação superior que daria direito a um espaço reservado na cadeia. Além do médico, a polícia também prendeu Levino Carlos Augusto, 41, apontado como responsável pelos contatos telefônicos com a família Chammas, e Luiz Carlos de Jesus da Rocha Silva, 20, acusado de cuidar da estudante no cativeiro.
O sequestro de Marta Chammas começou na sexta-feira à noite e só terminou na madrugada de terça-feira. Os sequestradores pediam US$ 150 mil de resgate. Basso nega participação no sequestro e afirma que contratou Levino e Luiz Carlos para cobrar uma dívida entre ele e Chammas. A polícia acredita que o caso pode se tratar de vingança porque Chammas foi o relator das denúncias no CRM contra Basso.(M.M.)

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