Foz do Iguaçu também está sediando o Seminário Internacional de Epidemiologia com a participação de representantes do Cone Sul, União Européia, OPAS e Organização Mundial de Saúde. Estão sendo realizadas oficinas de trabalho para traçar metas que impeçam a propagação de doenças contagiosas nas fronteiras. Além de planos de combate ao sarampo, também estão sendo discutidas a prevenção de raiva canina, hanseníase e até o uso de drogas.
No momento, a hanseníase é a doença que mais preocupa na fronteira. Em 1997, foram detectados 226 casos da doença em Foz. O setor de Vigilância Sanitária e Epidemiológica está realizando uma campanha de combate à doença. Estão sendo fixados 350 cartazes em locais públicos como escolas, estabelecimentos comerciais e postos de saúde. Também estão sendo distribuídos 100 mil panfletos e cartilhas com orientações sobre como se prevenir da hanseníase. (Edna Mendes)

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