Moradores da Rua Espírito Santo (Região Central) estão mais aliviados com o corte do ipê, que representava risco de queda desde outubro. Reportagem da FOLHA mostrou, na terça-feira, que os moradores reclamavam que, com a forte chuva que castigou a cidade, a árvore estava com a base deslocada e o que o mantinha de pé era o apoio na fiação elétrica. A equipe técnica da Sema foi até o local na quarta-feira.
O ipê é só um dos exemplos das árvores que estão com a base comprometida, segundo dados divulgados pela secretaria municipal do Ambiente (Sema). De acordo com o diretor operacional da secretaria, Jorge Akira Oyama, nos primeiros 10 dias após a chuva, o número de reclamações e pedidos diários para poda e corte de árvores subiu de 2 para 4. Segundo ele, com o trabalho em conjunto os técnicos levaram aproximadamente 20 dias para atender pedidos de 120 árvores que caíram nas várias regiões da cidade.
Segundo Oyama, 18 operários da Sema trabalham para atender a todos as solicitações e o trabalho estaria praticamente regularizado. ''As demais árvores que precisam ser erradicadas estão principalmente nos fundos de vale, mas são cerca de 3 ou 4 casos'', disse. O prazo que a Sema determina para a vistoria de uma árvore em situação de risco após contactada é de 30 dias e sua erracadicação é de, no máximo, 60 dias.
Serviço - Pedidos para erradicação e corte de árvores podem ser realizadas na Sema, pelo fone (43) 3372-4757.

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