Sem pistas o caso do sequestro da menina
Sem pistas o caso do sequestro da menina
O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) ainda não tem pistas dos três homens encapuzados e da dona de casa Nilza Aparecida Bueno, que sequestraram, na segunda-feira, a menina Maria Angélica Hanap, dois anos. Nilza é mãe biológica da criança, que foi doada de forma irregular há um ano e oito meses. O delegado do Sicride, Harry Herbert, disse ontem que não quer divulgar, por enquanto, os resultados das investigações.
Maria Angélica tinha quatro meses quando foi deixada na porta da residência do contador Reinaldo Kanap e da mulher, Marisa. O casal recolheu a menina e registrou em seu nome, num cartório do Uberaba. Algum tempo depois, a mãe biológica apareceu querendo ver a criança. Os Kanap permitiram que Nilza a visitasse regularmente. Após uma visita na segunda-feira, Marisa se despedia de Nilza quando os três sequestradores apareceram, colocaram um revólver na cabeça da mãe adotiva e levaram a menina. Uma hipótese investigada pela polícia é a do envolvimento do pai biológico de Maria, Márcio Tote da Silva, marido de Nilza.(J.A.)





