Os dias passam e a angústia de familiares e da polícia aumenta no caso do rapto da menina Luana Oliveira Lopes, ocorrido no dia 16, na margem da PR-170, área rural de Florestópolis. As investigações continuam com poucos elementos além das descrições do sequestrador e da vítima. A reprodução do retrato-falado e da foto estampada em cartazes espalhados pelo Estado alimentam a esperança da polícia para elucidar o caso. Denúncias anônimas sobre o paradeiro do homem e da menina ainda não foram registradas.
O que aparece são alarmes falsos. Anteontem, um vendedor viajante foi averiguado na rodoviária de Guarapuava depois de ser visto desembarcando de um caminhão azul. Mas o rapaz não se assemelhava em nenhum aspecto ao retrato-falado e tinha um bom álibi. De acordo com funcionários, o telefone da delegacia de Porecatu não pára de tocar. São ligações de vários estados buscando informações sobre a menina e o homem. Dúvidas tiradas, os suspeitos têm sido liberados por não se enquadrar nas características descritas pelo irmão de Luana, Diego, de 10 anos, que chegou a passar por sessão de hipnose para lembrar de todos os detalhes do momento do sequestro (o garoto também foi levado pelo caminhoneiro mas foi abandonado em seguida).
A polícia também não pôde contar com a imagem da praça de pedágio de Arapongas para ter mais pistas. As tomadas são distantes, não são nítidas e impedem qualquer identificação de placas ou fisionomias.

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