Sem globalização
Um homem e uma venda. Uma afronta para a globalização. Em pleno ano 2001, ele continua só, em Cambará. Sem grandes parcerias, sem uma campanha ousada de marketing, sem uma top model para alavancar vendas. Um proscrito no século da informação. Olhando atentamente, nem telefone, nem computador, nem fax, nem e-mail. Nem ao menos o nome do estabelecimento na fachada. Pelo menos há espaço para uma gentileza, um sorriso ou um sonho. Certamente ali, existe mais homem do que venda. (Benedito Teles)





