Com a aprovação da Lei Cidade Limpa, a paisagem cultural de Londrina deve mudar. Para Vanda de Moraes, diretora do Patrimônio Artístico e Histórico-Cultural da Secretaria Municipal de Cultura, a diminuição das placas vai permitir que as pessoas conheçam os detalhes das fachadas.
''Tudo que hoje está escondido pela publicidade será descoberto. Londrina tem uma diversidade de estilos arquitetônicos que representam décadas e poderão ser apreciados pelas pessoas.''
A família da advogada Marisa Kobayashi tem alguns prédios na Rua Sergipe, que atualmente estão alugados. Há cerca de dois anos o engenheiro Rodrigo Mendes foi contratado para realizar uma reforma e sugeriu a restauração dos prédios e a valorização das fachadas.
''Decidimos acatar a ideia, mas o primeiro passo para valorizar a fachada foi reduzir o tamanho das placas das lojas. Compramos uma grande briga com os inquilinos, mas valeu a pena'', disse Marisa.
Agora não apenas os inquilinos da família da Marisa, mas todos os outros lojistas da cidade deverão adequar as placas de suas lojas conforme as determinações da Lei Cidade Limpa. (M.A.)

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