Umuarama - A unidade de internamento provisório para adolescentes do Serviço de Atendimento Social (SAS) em Umuarama fechou as portas até que o governo do Estado renove o convênio para manutenção do atendimento. A prefeitura de Umuarama alega não ter condições de bancar o trabalho sozinha.
Sem o SAS, os conselhos tutelares e juizados da Infância e Juventude da região não têm para onde encaminhar os adolescentes infratores apreendidos em flagrante ou submetidos ao internamento provisório. Desde que começou a funcionar, há quatro anos, o SAS mantinha 10 meninos e meninas internados, em média.
A secretaria municipal do Bem-Estar Social, Ana Laura de Carvalho Rosa, informou ontem que o Instituto de Assistência Social do Paraná (IASP) prometeu analisar a situação o mais rápido possível e agilizar a assinatura de um novo convênio. O custo de manutenção do SAS (aproximadamente R$ 15,6 mil mensais) era divididos entre o IAPS e a prefeitura de Umuarama. Dos 16 funcionários, sete técnicos que eram pagos pelo Estado foram dispensados. Segundo Ana Laura, não dá para manter o atendimento sem psicológicos, pedagogos e assistentes sociais. Os funcionários que permaneceram vão intermediar a busca de vagas em outras instituições de internamento.

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