Segurança é investimento em escola particular
Atendendo mais de três mil alunos das classes média e alta de Londrina, o diretor administrativo-financeiro do Colégio Maxi, Ubiracy D'Andréa, disse que gasto com segurança é tratado como investimento, haja visto que cada vez mais os pais se preocupam com esse tema quando vão matricular seus filhos. O total de recursos investidos não foi divulgado mas ele garantiu que representa ''bom percentual da arrecadação''.
Sem dar detalhar muito o sistema adotado pelo colégio, D'Andréa apontou que 16 seguranças ''funcionários do Maxi'' trabalham dia e noite para garantir a segurança dos alunos e a integridade das instalações. Eles passam por cursos de capacitação regularmente.
Até a praça localizada em frente à escola é vigiada pelos seguranças. Mais 36 câmeras monitoram entradas e saídas, corredores e até a rua. Além disso, sensores de presença impedem a violação dos alambrados e muros. Quem estuda no Maxi também só entra depois de passar por catracas eletrônicas.
Numa sala escondida dentro do colégio, o chefe de segurança Marcos Antônio Theodoro, observa toda a movimentação registrada pelas câmeras. E diante de qualquer movimentação estranha, ele aciona por rádio o segurança mais próximo do local ou os seguranças da empresa contratada que faz a abordagem de suspeitos e checagem de alarmes.
''Em 20 anos de atuação, nunca tivemos uma invasão'', comemorou o diretor. Ele ressaltou que o Maxi foi o primeiro colégio particular de Londrina a contar com segurança contínua e com pessoal próprio.





