A tentativa de assalto a uma lotérica em Apucarana (Norte), na semana retrasada, chamou a atenção para a segurança nesses estabelecimentos. Apesar de serem autorizadas a realizar vários serviços bancários, as casas lotéricas não possuem os mesmos itens de segurança que as agências. Para tentar reduzir o número de crimes, os comerciantes estão recorrendo a vários itens de segurança, como a instalação do vidro blindado.
  É justamente esse dispositivo que evitou prejuízos à proprietária da Lotérica do Zé, em Apucarana. De acordo com Jucilene Barichello, que blindou os guichês, o investimento de R$ 18 mil valeu a pena.
  Para o presidente da Federação Nacional dos Lotéricos, Aldemar Mascarenhas, os investimentos em segurança não podem mais ser limitados às câmeras de segurança, alarmes e vigias. ‘‘A ideia é agregar essas medidas com uma porta de segurança ou blindagem.’’
  O Sindicato dos Empresários Lotéricos do Paraná e a Federação buscam parcerias com empresas de blindagem para conseguir um melhor preço e conseguiram junto à Caixa Econômica Federal uma linha de finaciamento para a instalação desse item de segurança.
  A Polícia Militar reconhece que as lotéricas são estabelecimentos vulneráveis. ‘‘O horário de atendimento diferenciado e a movimentação de dinheiro chama atenção dos criminosos’’, disse o porta-voz do 5º Batalhão da PM (BPM), capitão Ricardo Eguedis.


● Unidade que comercializa todas as loterias federais, os produtos assemelhados e atua na prestação de serviços delegados pela Caixa Econômica Federal


● É feito com a união de várias lâminas de cristal, num sanduíche com filme de polivinil butiral (camada de plástico ultra resistente). As bordas são vedadas com borracha

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