SEGURANÇA - Lei restringe uso de capacetes
Uma nova lei municipal, sancionada ontem pelo prefeito Nedson Micheleti, proíbe o ingresso ou a permanência de pessoas utilizando capacete ou gorro em estabelecimentos comerciais, industriais ou prestadores de serviço em Londrina. O objetivo é coibir o uso de qualquer tipo de cobertura que oculte a face e dificulte a identificação ou o reconhecimento do indivíduo. Conforme a vereadora Maria Angela Santini, autora do projeto de lei, não haverá punição para quem desrespeitar a norma. Os proprietários poderão apenas exigir a retirada da pessoa da loja. A idéia é gerar mudança no comportamento da população, como aconteceu com a lei que proíbe fumar em lugares fechados. No começo todos acharam difícil respeitar a proibição, mas hoje não precisa nem placa porque ninguém mais fuma, completou Maria Angela. De acordo com ela, somente o uso de gorros que cobrem o rosto será proibido. Ítens da moda como chapéus, faixas e gorros usados no inverno não serão problema. Para o porteiro Nilson Piedade, que vai de moto para o trabalho, deixar o capacete na portaria é mais seguro. Colocou o capacete, você não vê quem é e aí pode ser perigoso, declarou. O motoboy Thiago Bozzolan concorda. O capacete deveria ficar mesmo na portaria para garantir a segurança do prédio. Mas ainda tem prédio em que você pode entrar de capacete, principalmente os residenciais, apontou.
O chapéu surgiu para a proteção da cabeça ainda nos povos primitivos da pré-história das intempéries climáticas (sol escaldante, frio, chuva), como um adorno masculino. O homem era o responsável pela defesa da tribo ou do clã, sendo depois estendido para a caracterizar os níveis sociais, como exemplos: os reis usavam coroas, os sacerdotes a mitra e os guerreiros o elmo.
Junção da palavra moto (redução de motocicleta) e boy (rapaz em inglês). É o profissional que utiliza uma motocicleta para receber encomendas e fazer entregas, como de pizzas, fast-food em geral, documentos, pagamentos de boletos bancários, etc. Trata-se de uma profissão nova, surgida há poucas décadas com a saturação do trânsito das grandes cidades e a necessidade de transportar objetos com rapidez, agilidade e baixo custo.
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





