O secretário Geral Gino Azzolini Neto disse ontem que a Coordenadoria Especial da Mulher é uma ‘‘superestrutura’’. O secretário acredita que a transformação em secretaria não vai prejudicar o atendimento às mulheres e diz que os serviços extintos serão encampados por outras secretarias, como Saúde e Assistência Social. Azzolini frisa que as secretarias devem trabalhar interligadas.
O gasto com salários na Coordenadoria da Mulher chega a R$ 200 mil por ano. Azzolini não soube informar qual vai ser a economia da prefeitura com a redução dos serviços. Ele garante que as divergências com Cleide Camargo se resumem ao destino da Coordenadoria. E lembra que as discussões sobre a reforma foram ‘‘elegantes e tranquilas’’.
A Câmara deve devolver o projeto da reforma administrativa para sanção do prefeito na próxima semana. O secretário Geral espera que até o último dia deste ano a Lei já esteja sancionada para o exercício de 98.

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