Edson GuittiReforçoPronto-atendimento 24 horas, atende nas áreas de clínica geral, pediatria e pequenas cirurgiasO secretário estadual interino da Saúde, Luciano Ducci, anunciou ontem que a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) prevista para o Hospital Universitário de Maringá - com 10 vagas - deverá ser concluída no prazo máximo de 45 dias, em área já existente no próprio hospital. Serão seis vagas de pediatria e quatro para adultos. Ducci disse acreditar que as instalações atenderão de imediato a demanda de Maringá.
O custo estimado da obra, incluindo os equipamentos, é de R$ 915 mil. Os recursos são do Ministério da Saúde e serão liberados pelo governo do Estado. Segundo Ducci, o próprio estado vai acompanhar as obras no HU e comprar os equipamentos necessários.
O secretário disse também que o governo do Estado está analisando a possibilidade de equipar os hospitais municipais de Paiçandu e Nova Esperança, o que permitirá melhor atendimento aos pacientes da região e deverá desafogar o HU.
Ducci se reuniu de manhã com o reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Luiz Antonio de Souza, o diretor-superintendente do HU, Paulo Roberto Donadio e o secretário municipal de saúde, Ivan Murad. À tarde ele se reuniu com os representantes da comissão formada para acompanhar os atendimentos de emergência e urgência nos hospitais conveniados aos SUS.
Nas duas reuniões, Ducci frisou a preocupação do Estado de resolver os problemas da saúde pública de Maringá e novamente pediu a colaboração de todos para o atendimento dos pacientes que apresentam risco de vida.
Ainda esta semana, representantes do setor de Saúde nas principais cidades do Estado vão se reunir em Curitiba para apresentar alternativas ao serviço das Centrais de Leitos. A idéia principal, segundo Ducci, é criar um sistema de intercomunicação entre as centrais.
SoluçãoO sistema é proposto como solução para evitar os transtornos que dificultam a localização de leitos para os pacientes de determinadas regiões. Hoje, muitos pacientes que moram em uma determinada região têm que ser encaminhados para outra por falta de vagas no município de origem.
‘‘Este tipo de problema não pode ocorrer porque a transferência de pacientes para locais distantes só piora a situação das regionais já saturadas com o número de atendimentos.’’ A morte de sete pacientes, apenas no mês de janeiro, no Hospital Universitário, mobilizou as autoridades para a solução do problema da falta de leitos de UTI.

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