A 9ª Subdivisão Policial de Maringá terá um Grupo de Diligências Especiais (GDE) que atuará contra o crime organizado. O GDE será formado por seis policiais especialmente treinados nos moldes do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), que existe atualmente em Curitiba, e também do Grupo Tigre, especializado em ações de alto risco. A formação do GDE em Maringá foi anunciada ontem pelo secretário de Segurança Pública Rubens Abrahão Tanure.
Tanure também entregou ao chefe da 9ª SDP Aprígio Paulo Cardoso, uma viatura para uso exclusivo do GDE e armamentos pesados como carabinas, metralhadoras e pistolas calibre 40 mm. ‘‘Nas ações que exigem a presença do GDE é fundamental o uso de armamento pesado porque os policiais vão enfrentar quadrilhas que muitas vezes também usam este tipo de armamento’’, disse Tanure.
O GDE será formado por policiais já lotados na 9ª SDP. ‘‘O delegado chefe da subdivisão policial irá formar o GDE. No caso de Maringá, o grupo poderá ser formado também com os novos policiais que foram aprovados no concurso da Polícia Civil’’, explicou o secretário.
Para Maringá e região, serão contratados 40 investigadores e 25 escrivães. Parte dos policiais que serão contratados vai ser transferida para os 17 municípios de abrangência da 9ª SDP.
A formação do GDE será feita nas 20 subdivisões policiais do Paraná. Maringá é a segunda cidade do Estado a formalizar o grupo e a receber parte dos equipamentos necessários para atuação nas operações especiais. Conforme Tanure, os policiais do GDE poderão atuar em casos de assaltos com reféns, sequestro e grandes assaltos.

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