Em nota oficial, o secretário da Segurança Pública, José Tavares, afirma que não viu dolo na atitude do delegado-geral, Leonyl Ribeiro, por ter recebido o empresário denunciado, Mário do Amaral Fogassa, a pedido do deputado Carlos Simões. Ribeiro, segundo a nota, informou que teria apenas orientado Fogassa a procurar um advogado para ''responder a denúncias ou pressões que disse estar sofrendo''.
Tavares e Ribeiro alegam que jamais teriam pedido que o inquérito policial da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas contra Fogassa ''fosse alterado ou tivesse o curso das investigações modificado''.
O secretário afirma na nota que nunca manteve contato pessoal ou por telefone com o empresário denunciado e que sequer conhece Fogassa. Nega, ainda, que teriam solicitado a ele que recebesse em seu gabinete o suposto líder da quadrilha de roubo de cargas. ''Acredito na Justiça e, por isso, estou tranquilo, tenho certeza que, ao final, minha inocência será provada'', declarou Ribeiro na nota.

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