Se eu parar de voar, fico velho
Aos 78 anos, o piloto José Carlos Taccola chama a atenção dos frequentadores do Clube de Aviação Experimental do Paraná (Caep), em Ibiporã, pela destreza à frente do ultraleve modelo ''cadeirinha'', que não tem cabine fechada. Advogado, ele se encantou pela vida aérea quando ainda estava no Exército.
''Meu grupo de combate foi transferido para Guaíra (Oeste) e fomos de avião. Me interessei pelas habilidades do piloto e decidi que também iria voar'', conta ele, que tirou o brevê em 1951.
Questionado pelos motivos que o levam a continuar voando, apesar da idade avançada, ele brinca que ''lá em cima'' não tem excesso de velocidade ou contramão, como acontece no trânsito de veículos. ''Se eu parar de voar, fico velho.''(C.A.)





