Josoé de CarvalhoAgradecidasLurdes e Aparecida Lima, mãe e filha de um paciente: ‘Aqui me sinto como se fosse a minha casa’‘‘Se ela não ganhar o reino dos céus, ninguém ganha’’. Assim Aparecida Francisca Oliveira Lima, 35 anos, filha de um paciente do ICL, resume o tratamento recebido por Maria da Pensão. Ela e a mãe, Lourdes Marques de Oliveira, 57 anos, estão na pensão desde o final de fevereiro, quando o pai foi operado. ‘‘Aqui sinto como se fosse a minha casa’’, diz a mãe.
Vindas de Colorado, elas esperam a recuperação do pai e marido e acreditam ter sido uma grande sorte ele ter parado na casa da Maria quando começou o tratamento, em novembro. ‘‘Meu pai já disse que vai ficar aqui até se recuperar bem porque é a mesma coisa que estar em casa’’, conta Aparecida.
‘‘Até o problema dele fica mais leve estando aqui no meio de gente como eles (família de Maria)’’, diz Lourdes. A vontade de Aparecida é poder voltar quando o pai já estiver bom para passar um final de semana, acompanhada do marido e filhos. ‘‘Se é bom nessa situação, imagina sem doença. Deve ser o paraíso.’’
(Edmara Michetti)

mockup