Se é bom assim, imagine sem doença
PUBLICAÇÃO
sábado, 12 de abril de 1997
Da Redação 
Josoé de CarvalhoAgradecidasLurdes e Aparecida Lima, mãe e filha de um paciente: Aqui me sinto como se fosse a minha casaSe ela não ganhar o reino dos céus, ninguém ganha. Assim Aparecida Francisca Oliveira Lima, 35 anos, filha de um paciente do ICL, resume o tratamento recebido por Maria da Pensão. Ela e a mãe, Lourdes Marques de Oliveira, 57 anos, estão na pensão desde o final de fevereiro, quando o pai foi operado. Aqui sinto como se fosse a minha casa, diz a mãe.
Vindas de Colorado, elas esperam a recuperação do pai e marido e acreditam ter sido uma grande sorte ele ter parado na casa da Maria quando começou o tratamento, em novembro. Meu pai já disse que vai ficar aqui até se recuperar bem porque é a mesma coisa que estar em casa, conta Aparecida.
Até o problema dele fica mais leve estando aqui no meio de gente como eles (família de Maria), diz Lourdes. A vontade de Aparecida é poder voltar quando o pai já estiver bom para passar um final de semana, acompanhada do marido e filhos. Se é bom nessa situação, imagina sem doença. Deve ser o paraíso.
(Edmara Michetti)


