Saúde mental é tema de pesquisa na UEL
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quinta-feira, 13 de junho de 2019
Reportagem local 
Estudantes de graduação da UEL (Universidade Estadual de Londrina) têm até o dia 19 de junho para participar do levantamento sobre saúde mental realizado pelos programas de Pós-graduação em Saúde Coletiva e Ciências Farmacêuticas, do CCS (Centro de Ciências da Saúde). A pesquisa é feita por meio de questionário on-line, disponível no endereço Saúde Coletiva - http://www.uel.br/pos/saudecoletiva/portal/pages/projetos/graduauel.php
O levantamento pretende identificar problemas relacionados à saúde mental dos estudantes, como desânimo, depressão, tristeza, falta de iniciativa e até tentativa de suicídio. Segundo informações dos organizadores, para responder as perguntas, não é necessário identificação, a não ser que o acadêmico tenha interesse em participar de um sorteio oferecido pelos proponentes.
O professor Camilo Molino Guidoni, do Departamento de Ciências Farmacêuticas, coordenador do Centro de Informações e Assistência Toxicológica, do Hospital Universitário, identifica a baixa adesão dos alunos e incentiva a participação. A expectativa é que metade dos mais de 14 mil acadêmicos da universidade participe da pesquisa. Segundo ele, seria um percentual razoável para se concluir informações sobre a amostragem.
Os dados levantamentos junto aos estudantes também permitirão identificar dados como consumo de medicamentos, uso de substâncias psicoativas, esgotamento físico e mental (síndrome de Burnout), violência sofrida e qualidade de sono. Além destas informações, o trabalho mostrará variáveis demográficas como moradia, formas de acesso à Universidade – Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ou vestibular - e a orientação sexual.
O estudante é questionado sobre uso de medicamentos e se o faz com acompanhamento médico, se tem dificuldades de se relacionar com os colegas, como é o humor diário, entre outros itens.
Participam da pesquisa estudantes de graduação (iniciação científica), sete estudantes de programas de mestrado e um de doutorado. A pesquisa conta com o aval da Prograd (Pró-reitoria de Graduação), que desde 2018 realiza ações preventivas e de acolhimento junto aos alunos.


