Saúde investe para reduzir mortalidade
Saúde investe
para reduzir
mortalidade
Avaliação por triênio nos estudos dos dez anos de trabalho do Comitê mostra que houve uma redução no Coeficiente de Mortalidade Materna (CMM) no Paraná. Deste ponto de vista, entre 1990 a 1992 e entre 1993 a 1995 o CMM manteve-se em 87,6 mortes por 100 mil nascidos vivos, caindo para 77,7 entre 1996 e 1998. Houve uma redução de 11,3%, mas ainda não estamos dentro do padrão esperado, diz o diretor do Centro de Informações e Diagnóstico em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, Nereu Henrique Mansano, para quem os resultados no trabalho de redução da mortalidade materna não podem ser obtidos a curto prazo, pois dependem de uma série de fatores, como a qualidade do pré-natal e qualidade na assistência ao parto.
Nosso privilégio é ter uma segunda gestão, completa a chefe do Departamento de Controle de Doenças e Agravos da secretaria, Olga Laura Peterlini. Nos primeiros quatro anos, segundo ela, a secretaria trabalhou junto com os comitês fazendo treinamento de pessoal, dos médicos, melhorando as condições de trabalho e equipando as unidades de saúde e ambulatórios, de modo a melhor atender as mães e bebês. O projeto Protegendo a Vida, para ela, foi o responsável por esta redução nos índices. Outro medida que tem sido adotada é a elaboração de protocolos, que estabelecem procedimentos para os profissionais de saúde.





