Maringá - Integrantes do Comitê Municipal de Combate à Dengue de Maringá (Noroeste) reuniram ontem para discutir ações para eliminar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. A coordenadora de Vigilância Ambiental, Mariangela Félix Vecchi, disse que está programado para a próxima semana um curso de capacitação para os agentes da dengue e uma oficina para os chefes de regionais.
''Nestes treinamentos vamos priorizar a qualidade no serviço dos agentes. Também vamos intensificar campanhas e trabalhos de orientações nas escolas dos bairros com maior incidência da doença, bem como nas igrejas durante as missas e grupos religiosos'', explicou.
Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Janete Veltrini Fonzar, neste ano foram confirmados 15 casos positivos. Ela informou que o maior índice da doença foi detectado na Vila Morangueira, com sete casos. As demais confirmações são dos jardins Veredas, Alvorada, Império do Sol, Ouro Cola, Universo, Madrid, Itaipu e Vila Vardelina.
O gerente de Conservação da Secretaria de Serviços Públicos, Claudemir Celestino, informou que por dia são retirados em média, 300 toneladas de entulho dos terrenos baldios. ''Na última semana, retiramos 11 caminhões de entulho de um terreno, localizado próximo ao Colégio Nobel, na Zona 7'', comenta o gerente, explicando que a maioria dos proprietários desses terrenos reside em outras cidades.
Representantes da Sanepar também participaram da reunião e informaram que a empresa divulgou orientações sobre o combate à dengue no informativo estadual da instituição e realizou uma blitz educativa em frente a Sanepar, entregando folhetos explicativos sobre a doença.
Para a coordenadora de Vigilância Ambiental, ''o que falta para as pessoas é atitude para eliminar os focos de dengue, já que as campanhas com informações sobre a doença são constantes, orientando desde crianças nos centros de Educação Infantil até instituições privadas.''

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