A equi­pe do Hos­pi­tal Uni­ver­si­tá­rio (HU) de Lon­dri­na rea­li­zou o pri­mei­ro trans­plan­te de me­du­la ós­sea do in­te­rior do Pa­ra­ná em uma mu­lher de 60 ­anos, de Cor­né­lio Pro­có­pio (Nor­te), que so­fria de mie­lo­ma múl­ti­plo, um ti­po de cân­cer san­guí­neo. A pa­cien­te foi en­ca­mi­nha­da pe­lo Ins­ti­tu­to do Cân­cer de Lon­dri­na, sen­do que o trans­plan­te foi rea­li­za­do no dia 13 de se­tem­bro, mas di­vul­ga­do na se­ma­na pas­sa­da. A mu­lher per­ma­ne­ce in­ter­na­da na uni­da­de de Trans­plan­te de Me­du­la Ós­sea (TMO) do HU.
  Se­gun­do as mé­di­cas da uni­da­de de TMO do HU, Le­tí­cia Gor­dan Mar­tins e Joa­na Cio­ca­ri, a pa­cien­te deu en­tra­da no hos­pi­tal no dia 9 de se­tem­bro pa­ra o trans­plan­te au­tó­lo­go, no ­qual são uti­li­za­das cé­lu­las do pró­prio pa­cien­te. Ela de­ve re­ce­ber re­ce­ber al­ta nes­ta se­ma­na. Ou­tros ­dois pa­cien­tes já es­tão em pro­ces­so de trans­plan­te, com ci­rur­gias pre­vis­tas pa­ra ou­tu­bro: um ra­paz de 26 ­anos, mo­ra­dor de Ro­lân­dia (Nor­te), e ou­tro de 38 ­anos, de Lon­dri­na.


● A unidade de Transplante de Medula Óssea do HU irá atender Londrina e toda a macrorregião do Norte do Paraná, o equivalente a uma população de 1,8 milhão de habitantes


● É um tecido gelatinoso que preenche a cavidade interna de vários ossos e fabrica os glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas do sangue, fundamentais para a manutenção da defesa do organismo

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