Santa Casa amplia opções de transplante
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 01 de outubro de 2001
Erika Wandembruck<br> De Curitiba 
A Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, pioneira no Estado por oferecer transplantes de rim e coração, começou a realizar também transplantes de fígado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) graças a uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC). Três pacientes já foram submetidos aos transplantes desde o dia 24 de agosto e os resultados foram satisfatórios.
Em média, mais de 25% dos 200 paranaenses que estão esperando por um transplante de fígado devem morrer por conta da falta de disponibilidade do órgão. Só pela Santa Casa, 30 dos 60 pacientes que estão na fila devem perder a vida pelo mesmo motivo, conforme informou o médico Julio César Wiederkehn. ''A pessoa fica, em média, um ano e meio na fila esperando pelo transplante'', afirmou.
Para diminuir esses índices, no início do ano que vem, além do transplante cujo doador está morto, também será oferecido o transplante intervivo (doador vivo) pela Santa Casa. Para 2003, a Santa Casa já anunciou que também vai viabilizar transplantes de pâncreas.


