Criação de uma escola de educação ambiental, em parceria com a Universidade Estadual de Londrina (UEL); recuperação do Córrego Água Fresca e do Vale do Ribeirão Cambezinho; e a permanência de equipe de manutenção preventiva foram algumas das propostas de realinhamento de conduta apresentadas ontem, pela Sanepar, para compensar os acidentes ambientais causados, por vazamentos ou rompimentos de tubulação, no Ribeirão Cambezinho e no Córrego Água Fresca, em Londrina.
As propostas foram apresentadas os representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), secretaria do Meio-Ambiente, de Obras e da Vigilância Sanitária de Londrina, da UEL, e à Promotoria de Defesa do Meio Ambiente. Na próxima segunda-feira, uma nova reunião está marcada para exposição das análises de cada órgão às prospostas compensatórias bem como sugestões das entidades.
Sérgio Bahls, gerente metropolitano da Sanepar, reiterou a disposição do órgão em manter as cinco equipes de manutenção preventiva que estão trabalhando localmente em caráter experimental. ''Há 90% de chances de que elas acabem trabalhando de forma permanente'', afirmou. As equipes monitoram os principais pontos com risco de transbordamento de esgoto e nas galerias pluviais da cidade.

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