Segundo técnicos da área de esgoto da Sanepar, o problema do extravasamento está principalmente ligado ao mau uso do sistema pela população. Eles enfatizaram que a rede é apenas para esgoto sanitário doméstico e que muitas pessoas jogam plástico, absorventes e preservativos que causam entupimento.
A Sanepar garantiu que a manutenção do esgoto é constante, mas observou que há 1,4 mil quilômetros de rede para vistoriar.
Sobre a questão da Rua Heron Domingues, um dos técnicos disse que hoje fará uma vistoria no local para verificar o que pode ser feito. Entretanto, ele adiantou que alguns lugares têm inviabilidade técnica para a instalação da rede e pode ser o caso dessa rua, que fica em uma região de depressão.
Com relação a ligações irregulares, citada pelo assessor de recursos hídricos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), João Batista Moreira Souza, a responsabilidade pela fiscalização é da Vigilância Sanitária. Segundo o chefe do órgão, Marcelo Viana de Castro, o trabalho é baseado em denúncias.
''Quando alguém denuncia, nós vamos verificar. Se é constatada a irregularidade, a pessoa é notificada e tem um prazo para se adequar'', definiu o chefe da Vigilância Sanitária. Castro apontou que não tem nenhuma estimativa de quantas ligações clandestinas existem na cidade. O telefone para denúncia é (43) 3376-1901. (F.B.)

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