Na opinião do diretor administrativo do HZN, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), deve ajudar a Regional de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde a organizar com melhor aproveitamento a utilização dos leitos de enfermaria e UTI da cidade. ''Muitas pessoas de fora de Londrina procuram atendimento médico aqui e isso dificulta a organização e encaminhamentos. O Samu deve colaborar para a minimização desse problema'', afirmou Santiago.
Com previsão para entrar em funcionamento ainda este mês, o programa do governo federal vai atuar em parceria com a Central de Leitos da Regional no direcionamento de pacientes e gerenciamento de quartos nos hospitais da região. No entanto, segundo a chefe da Regional, ainda não há previsão para aumento no número de leitos na região, e o secretário municipal de Saúde, Silvio Fernandes, acredita que isso poderia até agravar o problema de superlotação nos hospitais de Londrina.
''A abertura de novos leitos na cidade poderia até fazer com que moradores da região aumentassem a procura por atendimento médico aqui'', disse o secretário. Segundo ele, o ideal seria que cidades como Maringá, Cascavel e outros pólos regionais ganhassem mais leitos, desafogando o atendimento em Londrina.
''Apesar de não trazer mais leitos para a cidade, o Samu deve realmente colaborar com a redução na superlotação. Precisamos racionalizar o uso dos leitos em Londrina e o programa federal vai ajudar a Central de Leitos neste serviço'', concluiu.(A.M.)

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