DivulgaçãoUsina foi a primeira do país a seguir toda legislação ambiental e indenizar todas as propriedades no prazo de um anoA Copel investiu R$ 250 milhões, um quarto do orçamento total da Usina de Salto Caxias, em 26 programas ambientais e institucionais. Os programas nasceram a partir do Rima, o Relatório de Impacto Ambiental. Entre as ações, estão a desapropriação das áreas alagadas, o reassentamento das famílias, a preservação do patrimônio arqueológico e a formação da Estação Ecológica do Rio Guarani, no município de Três Barras do Paraná.
A Copel também investiu na melhoria do sistema de saúde pública, com a adequação da infra-estrutura social e urbana básica. Também apoiou as áreas rurais dos municípios que sofreram o impacto da usina.
Os programas beneficiam nove municípios da região de Salto Caxias: Capitão Leônidas Marques, Nova Prata do Iguaçu, Boa Vista da Aparecida, Quedas do Iguaçu, Três Barras do Paraná, Cruzeiro do Iguaçu, Boa Esperança do Iguaçu, São Jorge do Oeste e Salto do Lontra.
Neles, foram construídas e ampliadas escolas, centros de cultura e lazer, hospitais, postos e centros de saúde e delegacias de polícia. Outros benefícios foram calçamento de ruas, canalização de córregos, construção de galerias pluviais, novas estradas rurais, barracões industriais, escolas do campo e cursos para treinamento de profissionais de saúde.
Pioneirismo - O primeiro Rima produzido para uma obra do setor elétrico no Brasil foi o da Usina de Segredo, em 1987, também capitaneada pela Copel. Em Salto Caxias, a empresa usou a experiência anterior para garantir maior participação da comunidade nos programas implantados. Um deles, o Pró-Caxias, em parceria com o Sebrae - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná, procurou identificar potencialidades e promover o desenvolvimento sócio-econômico dos municípios atingidos pelo reservatório.
Salto Caxias é também a primeira usina brasileira a seguir toda a legislação ambiental e a primeira a ter indenizado todas as propriedades um ano antes de formar seu reservatório. A indenização foi concluída em julho de 1997, com o pagamento de R$ 45 milhões pelas 1.108 propriedades alagadas, num total de 9.557 alqueires.

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