Sabor mais fraco leva o consumidor para o tipo C
Sabor mais fraco
leva o consumidor
para o tipo C
O londrinense consome pouco leite tipo A porque seu paladar está acostumado ao sabor de leites mais fracos, afirma o proprietário da Panificadora e Confeitaria Firenze, Francisco Carlos Oliveira. Trabalhando no ramo há seis anos, ele conta que os principais consumidores do leite tipo A são pessoas idosas. Normalmente elas optam pelo tipo A por recomendação médica para combater a osteoporose, diz Oliveira.
Segundo o comerciante, nem mesmo oferecendo o produto ao preço do leite tipo C, os produtores têm conseguido vencer a resistência do consumidor. Falta informação. As pessoas ainda não assimilaram que podem ter mais qualidade pelo mesmo preço, diz. Dos 230 litros de leite vendidos diariamente no seu estabelecimento, localizado no centro de Londrina, apenas 30 litros são do tipo A.
A professora Vanerli Beloti, da UEL, alerta que, mesmo depois de pasteurizado, o leite pode sofrer deterioração se não for conservado em local refrigerado a temperatura inferior a 10 graus centígrados. E orienta o consumidor a observar se o local onde compra o produto obedece as normas básicas de higiene. Segundo ela, o consumidor também não deve comprar leite em estabelecimentos onde o refrigerador é mantido aberto.
Em Londrina, estão disponíveis apenas duas marcas de leite tipo A: a Deleite, produzida na Cidade, e a Roland, de Rolândia.





