Trafegar pelas ruas de Londrina nem sempre é tarefa fácil. Buracos, elevações ou ‘‘remendos’’ em pistas ocasionam problemas nos veículos e deixam os motoristas irritados. Dinheiro para realizar a melhoria dos vários pontos com problemas a Prefeitura tem, mas, por conta do período eleitoral, não poderá utilizar os recursos até o final do pleito. Cerca de R$ 15 milhões, destinados ao município pelo Governo Federal desde meados de abril, deverão permanecer parados até que a população escolha os novos prefeito e vereadores da cidade. Até lá, todos os projetos de recapeamento permanecerão estacionados. Segundo o secretário municipal de Obras, Aloysio Crescentini de Freitas, o projeto é que os R$ 15 milhões, mais uma contrapartida do município – totalizando R$ 18 milhões – seja utilizado para recapeamento de diversas vias, entre elas a Arthur Thomas e a Leste-Oeste. Segundo ele, desde que o recurso foi disponibilizado, o processo licitatório para a obra na Arthur Thomas foi aberto, mas o início da obra, que deveria ter acontecido há algumas semanas, precisou ser suspenso por causa da quarentena eleitoral. ‘‘Não podemos utilizar o recurso federal durante o período de até 90 dias antes das eleições (de outubro) e teremos que aguardar até o final do segundo turno, caso aconteça’’, explicou. Ainda de acordo com o secrertário, o recurso permanecerá disponível e até lá somente o serviço de tapa-buracos continuará sendo executado. ‘‘O recape é um serviço muito mais caro que necessita de mais recursos.
O tapa-buracos continuará sendo realizado normalmente’’, disse.

- Pela Constituição do País, atua decisivamente na vida dos brasileiros, criando normas, implantando programas ou prestando serviços à população

l Nascido na Escócia em 1889, é considerado o fundador de Londrina em 1937, quando a vila que iria se tornar município três anos depois ainda tinha o nome de Patrimônio Três Bocas

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