Rua alagada incomoda comerciantes
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Fernanda Borges<br>Reportagem Local 
Toda vez que chove é a mesma coisa: menos clientes na lanchonete da dona Maria de Nazaré. Aqueles que se arriscam a passar pela rua mais problemática do bairro encontram um estabelecimento com lama ou água da chuva. O trecho da faz parte da Avenida das Maritacas, Parque das Indústrias Leves (Zona Leste de Londrina), e fica localizado bem em frente ao número 255, onde funciona a lanchonete frequentada por dezenas de trabalhadores das fábricas da região.
''Não sei mais para quem pedir. Faz 12 anos que essa rua tem esse problema. A gente não aguenta mais o mal cheiro e a quantidade de mosquitos que aparece por causa da água parada'', desabafa dona Maria, proprietária da lanchonete.
Em dias chuvosos, motoristas e pedrestes passam com dificuldade na via de mão dupla que não tem nenhuma boca-de-lobo para facilitar o escoamento da água. A reportagem da FOLHA flagrou motociclistas seguindo pela calçada para não se sujarem com o barro. Segundo alguns trabalhadores da região, homens da prefeitura estiveram recapeando o trecho há cerca de duas semanas, mas o problema persiste.
Adonis Sabino, gerente de uma fábrica de tintas que fica bem em frente, disse que desde que se instalou no local há problemas com a rua. ''Algumas pessoas já tiveram o carro quebrado porque sempre aparece buraco. Quando chove um pouco mais, a água chega a entrar no barracão e na lanchonete. Fica muito difícil circular por aqui'', reclamou.
O diretor da Secretaria de Obras de Londrina, Antônio Ursi, disse que no local existe uma boca-de-lobo entupida. ''Acredito que quando foi feita a boca de lobo, colocaram uma ou duas tubulações que estão sem saída. Nos próximos dias vamos resolver o problema''.


