No Restaurante Universitário (RU), o movimento ficou dentro da expectativa: cerca de 2,1 mil refeições foram servidas no almoço. A expectativa para o primeiro dia era que de 2,5 mil a 2,8 mil refeições fossem servidas durante todo o dia. ‘‘O movimento ainda está abaixo do normal, quando servimos cerca de 3,5 mil a 4 mil refeições dia. Mas, até quarta-feira (amanhã), o movimento deverá estar normalizado’’, disse o professor Oswaldo Yokota, diretor do Núcleo de Bem Estar da Comunidade Universitária (Nubec) e responsável pelo gerenciamento do RU.
A equipe de 510 funcionários da prefeitura do campus da UEL teve bastante trabalho, durante a semana passada, para deixar a universidade com as mínimas condições para a volta às aulas. Durante a última semana, um mutirão viabilizou o corte do mato, a troca de lâmpadas queimadas e a reposição de carteiras quebradas.
De acordo com o prefeito do campus, Francisco Morato Leite, o sistema de coleta de lixo, as instalações telefônicas e a rede de comunicação de computadores, que ficaram com funcionamento reduzido durante a greve, voltaram a operar normalmente. ‘‘A expectativa é que em três semanas a universidade esteja como era antes da greve. A partir de agora vamos retomar a jardinagem’’, disse.

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