Roupas e produtos importados são os mais visados
A feira da Avenida Saul Elkind funciona, oficialmente, com 68 feirantes cadastrados na Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), que expõem seus produtos entre as ruas Capitão do Mato e Rudolfo Keilhold. O coordenador de espaços públicos da CMTU, Luciano Daschevi, admitiu, porém, que na prática a feira é bem mais extensa. Além da feira livre e da feira do produtor, gerenciada pela Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, há muitos feirantes clandestinos que trabalham sem cadastro e alvará.
Os furtos ocorrem principalmente nas bancas que comercializam roupas, acessórios e produtos importados. Nas feiras do Centro, conforme o representante dos feirantes da Área Central, Sílvio Costa, os furtos praticados por adolescentes vitimam principalmente os clientes. Roubos de carteiras e até de carrinhos de senhoras são bem frequentes, afirmou. (C.A.)





