Rogério via embaçado e tinha dor de cabeça
Sou quase o último da fila na sala de aula e quando tapava o olho direito via tudo embaraçado. Tinha dor de cabeça e não enxergava as coisas de longe, conta Rogério Rodrigues Pinto, de 12 anos de idade, aluno da Escola Estadual Paula Gomes. O problema de Rogério e de outros 57 alunos da escola foi resolvido com a doação de óculos da ordem maçônica Grande Oriente do Brasil.
Carlos Alexandre Lara dos Santos, de dez anos, usa óculos desde os quatro anos de idade mas também participou dos exames oftalmológicos aplicados em 700 alunos. Tive que trocar de lente porque minha vista estava melhorando - a miopia passou de um grau para meio, comemora ele.
A aluna Marilaine Terezinha Raposo, de 12 anos, não enxerga direito porque tem uma espécie de tumor no olho e agora está fazendo os exames necessários para o diagnóstico do problema. A família dela já tinha procurado um posto de saúde mas disseram que o problema era irreversível. Nos exames que fizemos na escola, o médico garantiu que a visão dela pode melhorar, disse a orientadora educacional da escola, Eranilde Pereira da Silva.





