O gerente de Operações da Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Ibiporã, Valdir Aparecido Merlo, acompanhou parte da reunião, ontem, no pool. Segundo ele, a preocupação é com a possibilidade de o vazamento atingir o abastecimento de água daquela cidade. ‘‘Apesar do Lindóia desaguar no Jacutinga após o ponto de captação de água, queremos saber até que ponto o lençol freático pode estar contaminado e se isso pode prejudicar o abastecimento.’’
Além disso, segundo Merlo, o Lindóia corta uma área urbana densamente povoada, nos dois municípios, e é preciso monitorar a água para evitar prejuízos maiores.
As promotoras de Defesa do Meio Ambiente, Luciana Lepri Moreira, de Londrina, e Clemen Sílvia Gomes e Révia de Paula Lima, de Ibiporã, também quiseram se informar sobre as providências. ‘‘Viemos saber quais as medidas que estão sendo tomadas para conter o vazamento, identificar os autores e remediar a situação’’, disse Luciana.
Segundo ela, as promotoras vão exigir que o pool apresente, em 24 horas, os planos de contigência e emergência que deveriam constar do Ei/Rima (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental) quando de sua implantação.

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