Há três meses o forro do pátio da Escola Municipal Armando Rosário Castelo, no distrito rural de Paiquerê, é escorado por uma viga de madeira. ‘‘Em 1996, a escola passou por uma reforma, pois tinha sido incendiada. Agora, a madeira do teto envergou’’, conta a diretora do colégio, Maria Ângela Seixas.
A instituição atende 478 alunos da pré-escola à 8ª série. Pela rede municipal de ensino, 32 professores trabalham de manhã e à tarde. No período noturno há também turmas de Educação de Jovens e Adultos e Ensino Médio. ‘‘Com tanta gente circulando, aquilo acaba sendo um perigo. Imagine se aquela escora cai em cima de uma criança’’, reclama a presidente da Associação de Pais e Mestres (APM), Rosana Aparecida Nunes. A diretora esclarece que a reforma está orçada em cerca de R$ 800 mil. ‘‘Com este valor, a secretária de Educação afirmou que é possível construir uma nova escola. Nós estamos aguardando’’. A secretária da Educação de Londrina, Carmen Lúcia Baccaro Sposti, confirmou a intenção de construir um novo prédio e garantiu que, atualmente, a situação na escola é segura.


O fogo é formado por três entidades distintas, que compõem o ‘‘triângulo do fogo’’. São eles o combustível (aquilo que queima, como a madeira), o comburente (que permite a queima, como o oxigênio) e o calor. Sem uma dessas entidades, não pode haver fogo.


Quando cortada e seca, ela é utilizada para diferentes aplicações, entre elas, ser fragmentada em fibras e transformada no material denominado polpa, que é a matéria-prima para a produção de papel. Artistas modelam e unem peças de madeira com ferramentas especiais e são chamados marceneiros (fabricação de móveis) ou carpinteiros (construção de estruturas de madeira – telhados, pontes).
A madeira é também um importante material utilizado nas áreas de arquitetura, engenharia civil e florestal desde a época em que a humanidade iniciou a construção de abrigos, e permanece em pleno uso até hoje.


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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