O trabalho iniciado ontem faz parte de uma tentativa da FNS de controlar a esquistossomose em Londrina. Há dois anos, a Fundação começou a fazer o mapeamento dos rios, córregos e brejos infestados com o caramujo que transmite a doença. No mês passado, submeteram crianças de sete a 14 anos de duas escolas, uma na zona leste e a outra na zona sul, a uma bateria de exames de fezes. De 268 exames feitos na Escola Carlos Zewe Coimbra, no Marabá, nove resultados foram positivos - na outra escola, um caso foi registrado.
Agora, enquanto as crianças doentes estão sendo medicadas através do departamento médico da Fundação Nacional de Saúde, a comunidade onde elas vivem passa pela abordagem direta dos técnicos da FNS. Os exames serão coletados em 99 escolas públicas que atendem moradores das regiões ribeirinhas. José Carlos Moraes espera concluir o trabalho até o ano que vem.
(Adriana De Cunto)

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