Revisão foi justa, afirma entidade
Mesmo admitindo que o impacto penaliza o setor produtivo, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Nivaldo Benvenho, considerou que o reajuste tarifário necessário para recomposição de custos. Ele só cobrou uma aceleração do debate no sentido de se projetar um transporte coletivo mais eficiência e melhor no futuro.
Benvenho afirmou que representantes da Acil, da UEL e do Conselho de Usuários acompanharam a revisão dos custos e acataram a decisão. ''A planilha apontava para um percentual maior porque os custos já vinham defasados por conta da falta de reajustes nos quatro anos anteriores'', observou. Ele também comentou a estratégia de reajustar a tarifa em agosto e novamente agora. ''Daquela vez foi uma decisão essencialmente política, porque era necessário um aumento maior em função da nova metodologia de cálculo e por causa da defasagem que havia.''
Ele elogiou a CMTU por dar mais transparência ao processo mas cobrou que o setor passe a ser encarado como prioridade. ''Precisamos avançar na maneira como entendemos o transporte coletivo, que nunca foi tratado com a importância que merece. É um setor estratégico que depende de ações de governo para ofertar um serviço melhor e até mais barato.''
(Luciano Augusto/Reportagem Local)





