Apucarana Acabou a crise no minipresídio de Apucarana. Pelo menos é o que garante o delegado-chefe da 6 Subdivisão Policial, Acácio de Azevedo. Ontem, uma reunião na unidade prisional com juízes criminais, promotores, delegados, oficiais da Polícia Militar, membros do Centro de Direitos Humanos, da Ordem dos Advogados do Brasil, comissões de detentos e familiares, acalmou definitivamente a situação. Enfim, os rebelados esclareceram os motivos da manifestação que começou na noite de segunda-feira e que incluiu uma greve de fome: mais rapidez em procedimentos como revisão de pena e transferências para os apenados. Também houve reclamação em relação ao comportamento de PMs durante a revista semanal.
Na próxima semana, deve continuar em ritmo lento o processo de transferências, uma das medidas acertadas na reunião. Por pelo menos um mês, as celas destinadas aos adolescentes serão ocupadas por presos comuns. O objetivo é aliviar a superlotação 152 presos para 80 vagas. Os presos encerraram a greve de fome na noite de anteontem. Em uma avaliação médica, nenhum caso de debilitação física importante foi constatado.

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