Rubens Burigo Neto
De Curitiba
Até as 19 horas de ontem o diretor-administrativo da Secretaria Estadual de Saúde, Aldery Silveira Júnior, ainda não havia definido a empresa que vai fazer o serviço de limpeza e conservação nas 46 unidades da Secretaria em todo o Estado. O contrato será em caráter emergencial para substituir a Limptec, companhia com sede em Maringá que, na última sexta-feira, rompeu o contrato com o governo, alegando dificuldades financeiras e insolvência.
Silveira começou a reunião para discutir qual seria a empresa substituta por volta das 16 horas. As sete empresas que se ofereceram para a Secretaria apresentaram um valor 40% superior ao cobrado pela Limptec: R$ 350 mil por mês.
A Limptec cobrava R$ 263 mil mensais para prestar serviços ao Estado, com quem tinha contrato assinado desde 1996. Desde o final do ano passado a empresa começou a atrasar o pagamento dos salários, tíquetes-refeição e vales-transporte dos funcionários. Uma das exigências da Secretaria é que a empresa substituta incorpore os 450 ex-funcionários da Limptec. O contrato emergencial vai ser assinado por cinco meses e depois haverá uma nova licitação.

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