''Imagine um grito de 'OBRIGADO' das 160 crianças e adolescentes e mais os 20 funcionários e voluntários da Associação Cristã Evangelizadora Beneficente (Aceb)''. A frase foi escrita numa carta enviada ao empresário Evaldo Ulinski em agradecimento à colaboração dele com as crianças atendidas pela entidade e ilustra bem qual o tipo de pagamento que voluntários e colaboradores recebem quando ajudam outras pessoas. No mesmo envelope, ele também recebeu fotos das crianças sorrindo de orelha a orelha.
Esse tipo de emoção também marcou o empresário londrinense Ricardo Ferraz. Há três meses ele decidiu ser voluntário no Nuselon e já comemora as dezenas de novos amizades sinceras que fez. Toda semana, Ferraz dedica algumas horas do seu tempo para estar com crianças. Lá ele brinca, se diverte, corta o cabelo da criançada, faz churrasco, conversa, escuta e aprende. ''É como se fosse uma grande família. Faço o que precisar'', diz o empresário, com a boca e o coração cheios de entusiasmo. Sendo voluntário, continua, aprendeu que contribuir para o crescimento de outras pessoas não tem preço.
E seu comprometimento é tamanho que ele já pensa em criar um centro que facilite e estimule o trabalho voluntário e doações. Neste local, Ferraz pretende promover o encontro de quem quer ajudar e quem precisa de atenção. (L.A.)

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