O ortodontista Auro Kimura explica que o ideal é que as grávidas evitem o clareamento dental, já que trata-se de um tratamento eletivo. Para os que têm pouca salivação, a orientação é que a técnica seja realiza no consultório do especialista. Isso porque a menor quantidade de saliva, juntamente com produtos da reação do clareamento, alteram o pH na boca tornando-a muito alcalina ou básica, interferindo ou retardando o processo do clareamento.
Ele acrescenta ainda que pacientes com gengivite e periodontite, que apresentam gengivas inchadas e com sangramento, devem realizar, primeiramente, o tratamento para os quadros de inflamação gengival antes de iniciar a técnica. ''Isso porque no clareamento em consultório faz-se uma proteção nos tecidos moles, que pode tornar-se difícil em casos de inflamação gengival'', analisa.
De maneira geral, o dentista esclarece que a técnica não existe grandes restrições e pode proporcionar resultados bastante satisfatórios. (F.C.)

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