Restaurante vai ter cara nova
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 10 de setembro de 1997
Curitiba 
Rogério Machado/SMCSRenovaçãoEm dez dias, o local onde funcionava o antigo Bar Pasquale vai receber nova destinação, definida pela Secretaria do Meio Ambiente. Enquanto isso, aficionados pelo jogo de damas aproveitam o espaço para fugir da chuvaEm dez dias a Secretaria Municipal do Meio Ambiente deve concluir o projeto de revitalização da área do restaurante do Passeio Público, o que vai permitir que a Urbs inicie o processo de licitação para novas atividades no local. O imóvel está desocupado há dois meses por determinação judicial, porque o antigo permissionário, João de Pasquale, não realizava o pagamento dos valores mensais de permissão de uso à Urbs. O novo permissionário deverá readequar as instalações conforme o projeto para explorar o ponto, explicou a superintendente de obras e serviços da Secretaria, Maria Lúcia Rodrigues.
O projeto prevê a reestruturação da área física do restaurante. Hoje, as instalações são dimensionadas para comportar um grande restaurante e o que pretendemos é que a estrutura seja menor, com a expansão das mesas ao redor do bar, explicou Maria Lúcia. A readequação segue as orientações do projeto de revitalização do Passeio Público, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).
Depois de várias tentativas de fazer acordo com o antigo permissionário, nos últimos dois anos, a Urbs obteve liminar de reintegração de posse em julho deste ano, a partir de uma ação proposta em 1995. O débito de aproximadamente R$ 60 mil deverá ser quitado com correção monetária.
A prefeitura já deu início ao processo de recuperação das árvores do Passeio Público, a iluminação interna está sendo refeita para desestimular a ação de marginais e o espaço está sendo cercado com grades para proibir a circulação de pessoas durante a noite. Outra providência que está sendo tomada é uma adequação do parque para abrigar um efetivo da Polícia Militar. Com a instalação do módulo vamos inibir a ação de marginais e prostitutas, devolvendo ao Passeio a sua função de área de lazer, justifica Maria Lúcia.


