Resistência entendida como um ''grito de socorro''
A resistência de professores é a maior dificuldade encontrada pelos educadores da Seicho-No-Ie, até mesmo pela situação crítica enfrentada pela maioria das escolas brasileiras. Violência, desobediência, agressões, inclusive físicas. Não é um trabalho fácil, mas quando o professor é resistente, entendemos isso como um grito de socorro. Quem mais fere é quem mais deseja amor, então estamos ali para lidar com isso. Essa é a grande chave da educação, afirma Marcos Rogério.P trabalho a
O trabalho dos educadores da Seicho-No-Ie é desenvolvido por todo o Brasil desde 1993. No total, oito mil professores passaram pelas atividades dos grupos de educadores em todo o país. As cidades de Indaiatuba e Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, aplicam o método com resultados satisfatórios. No Brasil, 65 regionais da Seicho-No-Ie realizam trabalhos em escolas. Em Londrina, 12 escolas já participaram do seminário.
O trabalho é feito em parceria com o Instituto Faça Parte, por meio do Compromisso - todos pela educação, um projeto nacional de valorização da escola pública, que tem metas audaciosas para 2022: a universalização real do ensino com qualidade, envolvendo toda a sociedade civil. (M.O)
Serviço:
- Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas em:
www.compromissotodospelaeducacao.org.br





