Dizem que depois que as crianças crescem, muda apenas o preço dos brinquedos. São várias as opções para divertir os adultos, mas alguns preferem guardar com carinho objetos da infância, seja os próprios brinquedos, instrumentos musicais e até automóveis.
Quando o médico veterinário Rodrigo Gusmão e a psicóloga Luciana Gusmão se casaram, juntaram não apenas as escovas de dentes mas os brinquedos de cada um. Genius, forte apache, bonecas e falcons, cubo mágico e projetor de histórias são apenas alguns exemplos de uma coleção cujo total nunca foi determinado, mas são vários itens.
Agora com duas filhas, Luiza, 10 anos, e Giovana, de sete, o casal conta que somados aos das meninas, os brinquedos ocupam todo um cômodo da casa, mesmo sendo doados periodicamente. Alguns, entretanto, são exclusivos para uso dos adultos, como a coleção de bonecos Falcon, de Gusmão, que além de três bonecos - inclusive um raro exemplar que mexe os olhos -, e seus inúmeros acessórios, conta também com jipe, helicóptero, moto voadora e até uma águia com asas articuladas.
''Parece uma barbie de menino'', exclama a filha mais velha, ao ver todos os soldados de plástico e acessórios pela primeira vez, tirados das caixas exclusivamente para as fotos desta reportagem. ''O primeiro boneco ganhei quando tinha seis anos e depois fomos comprando os outros. O que mais admiro é a riqueza e perfeição dos detalhes e o fato de que depois de comprado um boneco, a gente podia ir adquirindo apenas as roupas e armas e tinha um monte de histórias diferentes.''

Leia reportagem completa da Érika Gonçalves em conteúdo exclusivo para assinantes da Folha.


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