O vereador João Borri Primo (PFL) conseguiu aprovar na Câmara de Maringá um requerimento solicitando que os médicos da cidade datilografem ou ao menos escrevam em letra legível as receitas emitidas. O requerimento será entregue agora aos representantes do Conselho Regional de Medicina (CRM), que deverá sugerir aos profissionais a adoção da receita datilografada. ‘‘Fiz o pedido depois de receber muitas reclamações de pacientes e até de farmacêuticos, cansados das dificuldades em interpretar a letra de alguns médicos’’, explica Borri.
Segundo o vereador, as pessoas nem sempre conseguem entender o que o médico escreve, o que pode levar a sérios problemas caso o farmacêutico erre o remédio ou mesmo o paciente não respeite os horários de medicação. ‘‘Uma interpretação errada pode trazer graves problemas para os pacientes, seja por uma simples gripe ou um problema qualquer que exige o uso contínuo de medicamentos’’, afirma Borri.
Ele lembra que muitos médicos já fazem o controle dos pacientes e também emitem as receitas através do computador. ‘‘O que facilita um acompanhamento total’’, observa. Borri espera agora que o CRM acione os profissionais para que atendam ao pedido.

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