A manifestação das esposas e a vaia ao comandante do 5º Batalhão em Londrina, Robenson Máximo Fim, deixaram o clima tenso entre policiais militares e bombeiros. Segundo um soldado do Corpo de Bombeiros, que não quis se identificar, ele e muitos colegas estavam preocupados com a possibilidade de ficarem retidos após o término do expediente, medida que já seria uma represália do comando da PM contra o movimento.
A informação de que soldados estariam impedidos de voltar para casa se espalhou após o encerramento do turno que acaba às 19 horas. Segundo o denunciante, alguns bombeiros estavam recomendando a outros que não fossem trabalhar, sob o risco de permanecerem no quartel por alguns dias.
Às 20 horas, na unidade do Corpo de Bombeiros da Vila Nova, o oficial do dia, tenente Jair Pereira, admitiu que a equipe que sairia às 19 horas ainda estava no interior do quartel a pedido do comando. Segundo ele, houve problemas internos, que não estariam relacionados ao movimento das esposas.

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