Lombadas foram retiradas no dia 27 de abril
Lombadas foram retiradas no dia 27 de abril | Foto: Gustavo Carneiro - Grupo Folha

Uma semana depois da remoção das lombadas nos cruzamentos da rua Uruguai com as ruas Pará e Goiás, na área central de Londrina, a reação tem sido boa por parte dos motoristas e pedestres. Já não se veem os congestionamentos que eram frequentes na via, tampouco freadas bruscas ou o barulho de veículos passando com violência sobre os obstáculos, segundo os moradores.

A mudança na rua Uruguai ocorreu em função das obras do viaduto da avenida Dez de Dezembro, próximo à rodoviária (zona leste), que obrigaram os motoristas a usar rotas alternativas. Os desvios, porém, aumentaram o fluxo veículos na Uruguai e a CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização) se apressou a implantar os semáforos nos dois cruzamentos - onde já havia as lombadas. A instalação ocorreu no início de abril e a prefeitura alegou que não houve tempo hábil para a remoção dos obstáculos, que ficou a cargo da secretaria municipal de Obras.

Reportagem da FOLHA, publicada no dia 23 de abril, mostrava o problema das lombadas com localização inadequada. Um dos locais citados era a rua Uruguai. A crítica geral entre motoristas era de que nos locais que receberam os semáforos não havia a necessidade de manter a lombada.

O agente de estágio Mateus Henrique Nascimento elogia a remoção dos obstáculos. “Eu acho que era necessária a implantação do sinaleiro, porque aqui aconteciam muitos acidentes. Melhorou bastante o fluxo na rua Uruguai, porque o trânsito ficava muito travado. Sincronizaram os semáforos. Essa remoção da lombada foi positiva”, declara.

O motorista Ricardo Nascimento observa a melhoria do fluxo na via após a remoção dos obstáculos. "Agora o trânsito já não fica travado como antes. Ficou bom", afirma. Segundo ele, a existência de dois equipamentos para conter os veículos era excessiva era injustificável. "Tinha que tirar um deles mesmo", afirma.

CONTRA

No entanto, há quem defenda a eliminação dos dois equipamentos. Para o motociclista Victor Pereira, o fluxo de veículos não era tão grande a ponto de justificar a colocação do semáforo. "A rua não era muito movimentada. O quebra molas também não era necessário. Não faço questão que tenha os dois", afirma.

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