Conectadas com o mundo. As igrejas e templos de Londrina usam a internet para para interagir com os fiéis e simpatizantes e divulgar instantaneamente atividades e eventos.
''Através do twitter, a comunidade cristã pode se interar e aproximar dos trabalhos de evangelização. O uso das ferramentas digitais é como um alto-falante moderno'', diz o arcebispo de Londrina, dom Orlando Brandes. De acordo com ele, a participação da Igreja Católica na internet se deve muito à mensagem escrita do papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações, comemorado no dia 5 de junho.
Na carta, o papa salienta que a internet tornou-se parte integrante da vida humana e incentiva a evangelização coerente, sem deixar que ela substitua o contato humano. ''As novas tecnologias estão a mudar não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma, podendo-se afirmar que estamos perante uma ampla transformação cultural. Com este modo de difundir informações e conhecimentos, está a nascer uma nova maneira de aprender e pensar, com oportunidades inéditas de estabelecer relações e de construir comunhão.''
Para o padre Paulo Rorato, assessor da Pastoral da Comunicação, através do twitter a igreja está proporcionando uma aproximação entre comunidade e o bispo, além de contar com uma nova ferramenta de evangelização. ''Esse é o futuro para todas as denominações religiosas'', afirma. O Twitter @arqlondrina está na rede com mais de 400 seguidores.
Amigos e seguidores
No templo budista Hompoji de Londrina, a internet também tem sido uma ferramenta eficaz para expandir a religião e manter a comunicação entre os simpatizantes.
''Além da troca de experiências com os 11 templos espalhados pelo país, são postadas as programações de eventos, ensinamentos do dia e frases motivacionais. É uma boa forma de divulgar nossas atividades'', diz Celise Satomi Ferreira, esposa do bispo Hakuze.
O responsável em alimentar os perfis do Facebook (Templo Hompoji), twitter (@templobudista) e ainda postar alguns vídeos de cultos no YouTube (Budismo Primordial) é Alexandre Shimada, frequentador do templo há três anos.
De acordo com ele, em pouco tempo as ferramentas atingiram um grande público. ''Nós criamos os perfis em janeiro e já estamos com 522 amigos no Facebook e mais de 100 seguidores no twitter'', afirma. O templo também divulga as ações na página nacional da religião (www.budismo.com.br).

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